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NOSSA MISSÃO
Promover a sustentabilidade do meio ambiente marinho brasileiro, apoiando e desenvolvendo ações integradas com os diversos setores da sociedade, buscando a conscientização e implementação de procedimentos operacionais para armadores, empresas de navegação, governo e a sociedade civil, para a garantia da preservação das espécies nativas no ambiente aquático brasileiro.

 

NOTÍCIAS
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Clipping 21 de Dezembro de 2009

Climate change in Arctic could bring Pacific mollusks, other species to Atlantic
By Krista Armstrong (CP)

HALIFAX, N.S. — Mollusks from the Pacific could march into the Atlantic Ocean within decades because of the melting of Arctic sea ice, researchers in California say.
For mollusks to pass, the Arctic would need to have less than 75 per cent sea-ice cover for 125 consecutive days - something that could happen around 2050, according to an estimate two years ago by the Intergovernmental Panel on Climate Change.

To read more about this, access: http://www.winnipegfreepress.com/canada/breakingnews/79166267.html

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Ballast Water strategy for the wider Caribbean

According to the Director of Maritime Affairs and National Focal Point on the Ballast Water Convention, McClean Hobson, the meeting is being held to develop a strategy and action plan to minimise the risk of harmful marine species invading marine life in some of the waters and seaports within the region through the discharge of Ballast Water. He also informed that the marine invasive species include the Sea Lion and Lime Fish.
“With the introduction of steel-hulled vessels and pumping technology, water became the ballast of choice. Water can be easily pumped in and out of ballast tanks, requires little manpower, and as long as tanks are kept full, poses little to no stability problems.” 

To read more about this, access: http://sknvibes.com/News/NewsDetails.cfm/123

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Projeto inédito vai restaurar 1,3 mil hectares da Mata Atlântica no Paraná

O coordenador de Biodiversidade e Florestas da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema), João Batista Campos, juntamente com técnicos do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), participa nesta sexta-feira (11), às 14 horas, do lançamento do Projeto Serra Nativa, do grupo norueguês Norske Skog, que atua na produção de papel para publicações.
A ação visa a retirada de espécies exóticas em uma área de 1,3 mil hectares, localizada na Serra do Mar. Toda a extensão será reflorestada com espécies nativas para restauração da Mata Atlântica após a retirada das plantas exóticas.
O projeto Serra Nativa tem o apoio dos órgãos ambientais, através do Programa para Erradicação de Espécies Exóticas Invasoras – desenvolvido pelo IAP e pioneiro no país.
O Programa foi pioneiro em publicar uma lista com 57 espécies de plantas e 26 de animais considerados exóticos aos ecossistemas paranaenses; foi realizada a retirada de mais de 500 mil árvores de pinus do Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa; revitalização e remoção de espécies exóticas invasoras que estavam ameaçando a vegetação nativa do Parque Estadual do Monge, na Lapa. Especialistas do mundo todo têm visitado o Parque Estadual de Vila Velha para conhecer a ação pioneira do IAP na erradicação de pinus - espécie exótica que ameaça as características naturais da área.

Para saber mais, acesse o link: http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=52926

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Não só animais são seres exóticos: espécies invasores ameaçam Portugal e Espanha

Frederico Cardigos, director regional do ambiente, afirma que “as plantas introduzidas pelo homem são de carácter invasor e têm conseguido chegar às zonas das plantas naturais, fazendo, desta forma, com que estas fiquem em perigo”.
Segundo o mesmo, esta direcção, com a colaboração de muitas outras entidades que se tem mostrado preocupadas com a questão, têm “apostado no plantio de várias espécies em diferentes áreas dos Açores”.
“Estamos a implementar uma componente se segurança e a tentar ajudar essas plantas que estão com problemas de conservação, recolhendo as sementes naturais da região e alimentando-as no banco de sementes do Jardim Botânico de modo a que se possa voltar a recolocá-las no seu ambiente natural e a cultivá-las”.
“O principal objectivo do Jardim Botânico é reunir sementes de 80% das plantas endémicas dos Açores para mais tarde implementá-las no seu ambiente natural”, acrescenta.

Para saber mais sobre essa e outras notícias, acesse:
http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2009/12/07i.htm
http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=18232


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